Grupo de Estudo 2018 – Agora também às segunda-feiras!

A partir de 2018, vamos ter Grupo de Estudo também às segunda-feiras, nosso centro. Assim reuniremos todas as segundas e quintas-feiras, na Sala 4, entre as 20h30 e as 21h20.

Seguiremos os mesmos conteúdos, e em ambos os dias, o trabalho será idêntico. Continuaremos a estudar em conjunto as obras espíritas relevantes para o nosso desenvolvimento pessoal e coletivo.

Este grupo é aberto a todos os trabalhadores e amigos da ciência espírita.

 

Desde Janeiro  de 2018

Continuação do estudo do Livro dos Espíritos, Allan Kardec.

  1. Que é inteligência?

R.: A inteligência é o atributo essencial do Espírito, em razão do qual toma ele conhecimento de sua própria existência e exerce atividades voluntárias e livres. Quando o Espírito atinge o grau de humanização, sua inteligência adquire desenvolvimento superior, como o surgimento da razão e do senso moral, que lhe facultam a capacidade de conceber e reconhecer a existência de Deus.

  1. Podemos dizer que o homem tem dupla natureza?

R.: Sim. O homem é um ser que revela uma natureza material e uma natureza espiritual. Não nos esqueçamos de que há uma alma unida ao seu corpo físico e somente a ela deve ele sua inteligência e racionalidade, seus conhecimentos e sentimentos, bem como sua vontade e liberdade.

  1. Que são atos instintivos?

R.: São os atos que parecem obedecer antes a automatismos que a impulsos decorrentes da livre vontade. Eles visam sobretudo à conservação do indivíduo e da espécie, objetivando as funções de nutrição e de reprodução, provendo ao crescimento, ao desenvolvimento e à propagação, enfim, da plena realização da vida. Esses atos são devidos ao instinto e, por isso, chamados atos instintivos.

  1. Que diferença existe entre os atos instintivos e os atos inteligentes?

R.: A diferença entre uns e outros é que os atos inteligentes são conscientes, voluntários, livres e calculados. São, além disso, suscetíveis de variações, porque a inteligência, variável e individual por excelência, é suscetível de progresso. Os atos inteligentes decorrem da aprendizagem e pela aprendizagem se aprimoram, fato que não ocorre com os atos instintivos.

  1. É certo dizer que os animais devem sua vida ao instinto e que o homem vive graças à inteligência?

R.: Não. O homem deve também a sua conservação e manutenção a atos instintivos, e não apenas aos atos inteligentes. Lembremos tão-somente o que se dá nos primeiros dias após o nascimento de uma criança, que, do mesmo modo como ocorre com as crias de outros mamíferos, suga o leite materno, sem que ninguém lhe tenha ensinado. A circulação sangüínea, o funcionamento do aparelho digestivo e tantas outras funções verificáveis no ser humano também se devem à força do instinto.

A Gênese, de Allan Kardec, cap. 3, itens 11 a 17.

 

 

Material de Apoio

Espírito, perispírito e corpo

 

 

 

Pai Nosso - MEIMEI

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Livro Resgate e Amor, Chico Xavier

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Aos 3 anos e meio Tiaminho desencarna, e pouco mais de um ano depois, através de Chico Xavier, envia cinco mensagens a seus pais, reascendendo a esperança e a alegria de viver que conduzemà certeza da sobrevivência do Espírito.

"Nosso segundo consolo
Filhos, Jesus nos abençoe.
Respondendo ao apelo ardente e sincero de nossos irmãos Sayoko e Daikuara, presentes às nossas preces, informamos que o filhinho de ambos, Hélio Ossamu, está sob a proteção do Reverendo Sinnet, grande missionário do bem, na revelação Budista.
Por agora, não dispõe de meios para se comunicar, entretanto, pede aos pais queridos não se lembrarem dele, como se o filho querido tivesse partido da Terra, fora do tempo justo.
E solicita-lhes, ainda, para que não conservem o terno pequenino por vítima de invigilância qualquer, de vez que o pequeno Hélio trazia tempo ligeiro e certo para retornar ao Mais Além.
Filho, que Deus nos ampare e nos abençoe, hoje e sempre".

Bezerra de Menezes
09 agosto 1980

 

 

IX – Idéias Inatas

218. O Espírito encarnado conserva algum traço das vitórias que obteve e dos conhecimentos que adquiriu nas existências anteriores?
— Resta-lhes uma vaga lembrança, que lhe dá o que chamamos idéias inatas.

218 – a) A teoria das idéias inatas não é quimérica?
— Não, pois os conhecimentos adquiridos em cada existência não se perdem; o Espírito, liberto da matéria, sempre se recorda. Durante a encarnação pode esquecê-lo em parte, momentaneamente, mas a intuição que lhe fica ajuda o seu adiantamento. Sem isso, ele sempre teria de recomeçar. A cada nova existência, o Espírito toma como ponto de partida aquele em que se achava na precedente.

218 – b) Deve então haver uma grande conexão entre duas existências sucessivas?
— Nem sempre tão grande como podias pensar, porque as posições são quase sempre muito diferentes, e no intervalo de ambas o Espírito pode progredir.

219. Qual é a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, como as línguas, o cálculo etc.?
— Lembrança do passado; progresso anterior da alma, mas do qual ela mesma não tem consciência. De onde queres que elas venham? Os corpos mudam, mas o Espírito não muda, embora troque a vestimenta.

220. Com a mudança dos corpos, podem perder-se certas faculdades intelectuais, deixando-se de ter, por exemplo, o gosto pelas artes?
— Sim, desde que se tenha desonrado essa faculdade, empregando-a mal. Uma faculdade pode, também, ficar adormecida durante uma existência, porque o Espírito quer exercer outra que não se relaciona com ela. Nesse caso, permanece em estado latente, para reaparecer mais tarde.

221. E a uma lembrança retrospectiva que deve o homem, mesmo no estado de selvagem, o sentimento instintivo da existência de Deus e o pressentimento da vida futura?
— É uma lembrança que ele conserva daquilo que sabia como Espírito, antes de encarnar; mas o orgulho frequentemente abafa esse sentimento.

221 – a) E à mesma lembrança que se devem certas crenças relativas à doutrina espírita, que se encontram em todos o povos?
— Esta doutrina é tão antiga quanto o mundo. È por isso que a encontramos por toda parte, e é esta uma prova da sua veracidade. O Espírito encarnado, conservando a intuição do seu estado de Espírito, tem a consciência instintiva do mundo invisível. Mas quase sempre ela é falseada pelos preconceitos, e a ignorância mistura a ela a superstição.

 

O menino e a música!

<3 <3 <3 IX – Idéias Inatas 218. O Espírito encarnado conserva algum traço das vitórias que obteve e dos conhecimentos que adquiriu nas existências anteriores? — Resta-lhes uma vaga lembrança, que lhe dá o que chamamos idéias inatas. 218 – a) A teoria das idéias inatas não é quimérica? — Não, pois os conhecimentos adquiridos em cada existência não se perdem; o Espírito, liberto da matéria, sempre se recorda. Durante a encarnação pode esquecê-lo em parte, momentaneamente, mas a intuição que lhe fica ajuda o seu adiantamento. Sem isso, ele sempre teria de recomeçar. A cada nova existência, o Espírito toma como ponto de partida aquele em que se achava na precedente. 218 – b) Deve então haver uma grande conexão entre duas existências sucessivas? — Nem sempre tão grande como podias pensar, porque as posições são quase sempre muito diferentes, e no intervalo de ambas o Espírito pode progredir. 219. Qual é a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, como as línguas, o cálculo etc.? — Lembrança do passado; progresso anterior da alma, mas do qual ela mesma não tem consciência. De onde queres que elas venham? Os corpos mudam, mas o Espírito não muda, embora troque a vestimenta. 220. Com a mudança dos corpos, podem perder-se certas faculdades intelectuais, deixando-se de ter, por exemplo, o gosto pelas artes? — Sim, desde que se tenha desonrado essa faculdade, empregando-a mal. Uma faculdade pode, também, ficar adormecida durante uma existência, porque o Espírito quer exercer outra que não se relaciona com ela. Nesse caso, permanece em estado latente, para reaparecer mais tarde. 221. E a uma lembrança retrospectiva que deve o homem, mesmo no estado de selvagem, o sentimento instintivo da existência de Deus e o pressentimento da vida futura? — É uma lembrança que ele conserva daquilo que sabia como Espírito, antes de encarnar; mas o orgulho frequentemente abafa esse sentimento. 221 – a) E à mesma lembrança que se devem certas crenças relativas à doutrina espírita, que se encontram em todos o povos? — Esta doutrina é tão antiga quanto o mundo. È por isso que a encontramos por toda parte, e é esta uma prova da sua veracidade. O Espírito encarnado, conservando a intuição do seu estado de Espírito, tem a consciência instintiva do mundo invisível. Mas quase sempre ela é falseada pelos preconceitos, e a ignorância mistura a ela a superstição.O Livro dos Espíritos, por ALLAN KARDEC

Publicado por Associação Espírita Luz e Paz em Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

 

 

Veja AQUI o GRUPO DE ESTUDO - Material de Apoio de 2017!

 

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